sábado, 5 de setembro de 2009

Post de sexta, véspera de feriado

Amigo: “É muita espera pra pouca migalha”

Aog Rocha, se referindo a letra de Frejat.


Professor: “Professor é uma criatura muito parecida com gente!”

Professor Silvio Carneiro, referindo-se ao seu progenitor.


Porre pra o taxista que o deixa em casa: “Tira de cinqüenta?” (dizendo isso de forma incompreensível).

Anônimo

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Realidade Virtual e Cabanagem

Há muito tempo entendo que o grande desafio de ficar ou estar na Amazônia é o de, cada um ao seu modo, usar suas ferramentas para que esse lugar permita co-habitar relevância intelectual, tecnológica e científica com uma auto-estima vigorosa, auto-conhecimento histórico e exuberância ambiental. Tarefinha difícil essa viu. Mais difícil ainda porque os grupos que se alternam (se é que se alternam) nos poderes “públicos” ou são desenvolvimentistas que querem implantar um modelo do século XIX ou são puristas extremados e personalistas que “acham feio o que não é espelho”.

Mas eis que navegando, caindo, navegando, encontro um link que, sinceramente, me fez esclamar: “É isso!”, “Eureka!”, “Pega porra!” e equivalentes. Foi no site da minha saudosa UFPA.


Os carinhas do Laboratório de Realidade Virtual da instituição (parabéns senhores, parabéns) criaram um jogo de estratégia e aventura sobre a Cabanagem! Isso mesmo sobre a C-A-B-A-N-A-G-E-M! O jogo é formado por 3 etapas que, por sua vez, se desdobram em fases que fazem referência direta aos acontecimentos que levaram ao grande acontecimento da história do Brasil que, pra mim, foi mais importante que a independência fajuta.


O site do jogo descreve assim a primeira fase para os jornalistas de plantão:

“A primeira fase tem como palco a capital paraense e é dividida em três estágios ou subfases, intituladas “Conhecer Belém“, “Fundar o jornal ’O Paraense’ e “Batista Campos“, as quais abordam as ações dos primeiros líderes da Cabanagem nos momentos que antecedem o conflito armado.

A primeira subfase é iniciada com um vídeo que expõe algumas informações sobre Felipe Patroni, personagem controlado nesta missão, enquanto realiza um passeio pela cidade de Belém. Ao iniciar o jogo, o usuário deve navegar pela capital e, enquanto se adapta aos controles básicos do jogo, conhecer prédios históricos importantes (landmarks), como o antigo Palácio do Governo (atualmente chamado Palácio Lauro Sodré), o Hospital Real Militar (atual Casa das Onze Janelas) e o Arsenal de Guerra, os quais são apresentados através de descrições textuais, conforme próxima figura, e narrações faladas.”


Não preciso dizer mais nada. Vou tentar baixa o jogo, se a internet do lado de cá do Amazonas permitir, eu prometo escrever um post sobre a experiência que o game proporciona.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Edgar Morin: muito bom!

"O poder imperativo e proibitivo conjunto dos paradigmas, das crenças oficiais, das doutrinas reinantes e das verdades estabelecidas determina os estereótipos cognitivos, as idéias recebidas sem exame, as crenças estúpidas não-contestadas, os absurdos triunfantes, a rejeição de evidências em nome da evidência, e faz reinar em toda parte os conformismos cognitivos e intelectuais."

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Google: o detector de mentiras

Viva ao ócio criativo...naquelas intermináveis horas de tédio esqueça o jogo de paciência! Prefira digitar perguntas calhordas no Google que é muito mais divertido...Compartilho com vocês uma que li no blog "Proseando sobre Política":

Digite lá no campo de busca: "Quem é o maior mentiroso do Brasil?" assim mesmo entre aspas...depois aperte "Estou com sorte". Veja lá o que vai dá e depois poste aqui seu comentário.

P.S1.:Será que a assessoria do apontado pelo Google sabe que isso tá rolando?

P.S2.: Ah sim! O blog agora tem uma paradinha pra divertir: o pato! Com todo respeito aos ambientalistas: aqui você pode atirar no pato!